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Demônios - Lista de Nomes - 4


Barão: Demônio criado sob as instruções do barão Gilles de Rais (1404-1440). Este, morto
pela Inquisição após um processo que ainda gera controvérsias, foi acusado de sacrificar
mãos e corações de criancinhas para obter o segredo da pedra filosofal, ou seja, descobrir a
maneira de transformar metais em ouro.

Barbatos: Um dos três demônios a serviço de Eleuretty, tenente-general das forças do
inferno.



Batsaum – Rasha: Demônio turco invocado para produzir bom tempo ou chuva.


Bechard: Demônio que pode ser invocado por satanistas, usando a expressão "Vem
Bechard – Vem Bechard”. Sua invocação deve ser feita ás quintas-feiras, chamando-o três ou
quatro vezes no centro de um círculo, exigindo ele, com pagamento pela sua presença e seus
serviços, tão somente uma noz.



Belfegor: O demônio das descobertas, seduzindo os homens com a distribuição de riquezas.
Algumas vezes aparece com uma mulher jovem e sedutora. Alguns rabinos dizem que ele está sentado numa cadeira.


Belial: Do hebraico BELLHHARAR, que quer dizer "inútil”, sem valor. Sinônimo de Satã e
também de Belzebu, com designativo do chefe dos demônios. No Novo Testamento,
aparece uma vez (Segunda Epístola aos Coríntios, 6, 15). O mais imoral de todos os diabos.
No Livro das Revelações, e cognominado "a besta”. Num dos pergaminhos encontrados no
Mar Morto, aparece com o chefe das forças do mal. Sua intenção é fazer proliferar a
perversidade e a culpa. Alguns o identificam com o anticristo. No primeiro século d.C. foi
considerado o anjo da desordem que governa o mundo. É o demônio da pederastia e cultiva
a sodomia. Algumas vezes é representado numa carruagem de fogo. Há um trabalho alemão
da Idade Média, exclusivamente a seu respeito, denominado Das Buch Belial. Segundo ainda,o Novo Dicionário de Personagens Bíblicas, de José Schiavo (pag. 118), seria um monstro fictício, mencionado no Apocalipse sob o misterioso número 666. Possuía sete chifres e sete cabeças, ostentando sobre cada cabeça sete nomes blasfemos e , sobre os chifres, dez diademas . Assemelha –se a uma pantera, com os pés de urso e boca de leão. Noutro passo,é mencionado como possuindo dois chifres, falando com um dragão. Alguns intérpretes o deram com figuração dos falsos profetas advindo da Ásia.



Besta: Pseudônimo do próprio Diabo. No Livro das Revelações, o apóstolo João fala de
duas bestas, sendo que uma sai do mar, com um leopardo de dez chifres e sete cabeças, pés
de urso e mandíbula de leão, e outra que vem a terra, como dois chifres, parecendo um
dragão. Trata-se de uma visão do apóstolo João (Livro das Revelações, 13, 14, 17, 3, 8,
11).O profeta Daniel teve uma visão de quatro bestas representativas de quatro sucessivos
impérios que se destruiriam uns aos outros. Todas as quatro representariam Satã. Comumente é tomado como o anticristo.

Beyerevra: Demônio indiano, mestre das almas que vagueiam pelo espaço.

Bonifarce: Um dos demônios que se apossou de Elisabeth Allier, freira francesa do século
XVII. Conta à história que essa foi exorcizada em 1639, com muito sucesso, por Francois
Faconnet - estava possuida por dois demônios, Bonifarce e Orgeuil, havia mais de vinte anos, admitindo-se que esses demônios tenham entrado em seu corpo quando ela tinha 7 anos de idade , por meio de pão que havia sido colocado em sua boca .



Buer: Demônio de Segunda grandeza, comandante de 50 legiões, com cabeça de leão. Locomove-se com cinco pés de bode, na forma de uma estrela.


Caçador Negro: Diabo que conduz uma caçada alada ou uma caçada no inferno.



Caim: Grande mestre do inferno, representado com homem elegante, com cabeça e asas de
um pássaro preto – melro -, sendo considerado o mais inteligente dos sábios do Inferno. 
Leve consigo um sabre, quando toma a forma humana, embora tenha cauda de pavão. Entende os pássaros, os bois, os cachorros e o som das ondas do mar. Deu formação a uma seita denominada Cainites ou Caimitas, para adorá-lo, louvando a Caim, Judas, Sodoma, Esaú e rendendo homenagem a Korah, certo judeu que foi destruído, depois de liderar uma rebelião contra Moisés. Louvaram também a Judas que acreditavam Ter livrado a humanidade de Jesus Cristo. No Antigo Testamento, aparece o nome de Esaú, que em heabraico quer dizer "peludo”, também cognominado Edom – o ruivo. Muitos críticos encontram analogia entre Esaú – Jacó e Caim –Abel, relacionando-os a uma luta entre o pastoreio e a agricultura. Esaú era filho de Isaac e Rebeca, irmão gêmeo de Jacó, a quem vendeu seu direito de primogênito por um prato de lentilhas.

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