25/06/2017

Ewá


O Orixá Ewá ou Iyewá, é uma bela virgem que Xangô se apaixonou, porém não conseguiu conquistá-la, Ewá fugiu de Xangô e foi acolhida por Obaluaiye que lhe deu refúgio. Ewá mora nas matas inalcançáveis, ligada a Iroko e Oxóssi, e tornou-se uma guerreira valente e caçadora habilidosa. Ewá é casta, a Senhora das possibilidades.

Euá é representada pelo igbá àdó kalabá (cabaça com tiras de ráfia).
Oferendas: Eja isu – peixe com inhame, salada de milho/feijão/côco
 As virgens contam com a proteção de Ewá e, aliás, tudo que é inexplorado conta com a sua proteção: a mata virgem, as moças virgens, rios e lagos onde não se pode nadar ou navegar. A própria Ewá, acreditam alguns, só é iniciada na cabeça de mulheres virgens, pois ela mesma seria uma virgem, a virgem da mata virgem filha dileta de Oxalá e Oduduwá.

Ewá domina a vidência, atributo que o deus de todos os oráculos, Orunmilá lhe concedeu.

Em África, o rio Yewá é a morada desta deusa, mas a sua origem gera polémica. Há quem diga que, tal como Oxumaré, Nanã, Omulú e Iroko, Ewá era cultuada inicialmente entre os Mahi, foi assimilada pelos Iorubas e inserida no seu panteão. Havia um Orixá feminino oriundo das correntes do Daomé chamado Dan. A força desse Orixá estava concentrada numa cobra que engolia a própria cauda, o que denota um sentido de perpétua continuidade da vida, pois o círculo nunca termina.

Ewá teria o mesmo significado de Dan ou uma das suas metades – A outra seria Oxumaré. Existem no entanto, os que defendem que Ewá já pertencia à mitologia Nagô, sendo originária na cidade de Abeokutá. Estes, certamente, por desconhecer o panteão Jeje – No qual o Vodun Eowa, seria o correspondente da Ewá dos Nagô -Confundem Ewá com uma qualidade de Iemanjá, Oyá e Oxun. Ewá é um Orixá independente, mas é conhecida entre os jejes de Eowá e no povo de língua Yorubá por Ewá.

Características dos filhos de Ewá


Pessoas de beleza exótica, diferenciam-se das demais justamente por isso. Possuem tendência a duplicidade: Em algumas ocasiões podem ser bastante simpáticas, em outras são extremamente arrogantes; às vezes aparentam ser bem mais velhas ou parecem meninas, ingénuas e puras. Apegadas à riqueza, gostam de ostentar, de roupas bonitas e vistosas, e acompanham sempre a moda, adoram elogios e galanteios.

São pessoas altamente influenciáveis, que agem conforme o ambiente e as pessoas que as cercam, assim, podem ser contidas damas da alta sociedade quando o ambiente requisitar ou mulheres populares, falantes e alegres em lugares menos sofisticados. São vivas e atentas, mas sua atenção está canalizada para determinadas pessoas ou ocasiões, o que as leva a desligar-se do resto das coisas. Isso aponta uma certa distracção e dificuldades de concentração, especialmente em actividades escolares.

#Dia da semana: Sábado
#Cores: Vermelho Vivo, Coral e Rosa, amarelo
#Símbolos: Lira, arpão, Ofá
#Elementos: Florestas, Céu Rosado, Astros e Estrelas, mata virgem
#Domínios: Beleza, Vidência (sensibilidade, sexto sentido), Criatividade, possibilidades
#Saudação: Ri Ro Ewá!
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08/06/2017

Ocultismo Nazista


Não! Hitler não se suicidou! Em algum momento do ano de 1945, pouco antes de efetivamente ser vencido em sua guerra, Adolf Hitler subiu em um disco voador destinado ao continente gelado da Antártida, onde viveria seus últimos dias, acompanhado de sua esposa, Eva Braun, contatando divindades do continente perdido de Hiperbórea. Pelo menos é o que diz uma das mais descabidas e, ao mesmo tempo, mais interessantes, teorias conspiratórias que envolvem o Nazismo. Hoje, vamos falar um pouco sobre como Hitler fugiu em um disco voador e prepara-se para a batalha final das forças da luz (raça ariana) contra as forças das trevas (judeus e seguidores de Javé). Mas, antes disso, uma parada para saber…

… Quem eram os Hiperbóreos?

Conclamados por Nietzsche nas primeiras frases de seu livro O Anticristo, os hiperbóreos são referenciados como aqueles cujo caminho não pode ser encontrado nem por terra nem mar. O pouco que é destacado destes hiperbóreos pelo filósofo alemão, nos chega como uma alegoria a uma forma de superioridade intelectual. O que a mitologia nos conta sobre estes hiperbóreos é que se tratava de um povo que vivia em uma terra longínqua, ao norte da Grécia, uma região perfeita, onde o sol não se punha. A lenda Hiperbórea se fundiu a uma outra lenda antiga, a da Última Tule. As primeiras citações dizem que Tule seria uma terra de gelo e fogo, situada no Atlântico Norte, onde o sol nunca descansava, algumas vezes referenciada como a capital do país Hiperbóreo. Mencionada por grandes nomes como Pítias, Eratóstenes, Virgílio e Bécio, ao longo dos séculos sua existência se tornou parte da miologia, ou identificada com a Islândia e ilhas do extremo norte. A mais reconhecida descrição desta ilha se encontra na Charta Marina, de Olaus Magnus, datada de 1539. A força mística no extremo norte do planeta, fortemente condensada em uma ilha de gelo foi defendida também pelo sábio ocultista inglês John Dee, que acreditava na existência de planos paralelos ao nosso, sendo uma ilha do extremo norte do orbe terrestre um ponto de tangencia entre estes planos.

Segundo Umberto Eco, as narrativas antigas nunca apontaram Hiperbórea como o berço de uma raça eleita, mas com o florescimento das hipóteses nacionalistas sobre as origens das línguas, o extremo Norte foi assumindo cada vez mais os contornos de uma pátria, tanto na língua quanto na raça primogênita. A cultura oculta progrediu sustentando que o berço da civilização seria no extremo norte do planeta e a partir da descida das raças-mãe para o sul, algumas delas foram se perdendo e deteriorando sua pureza, muito em decorrência das diferenças climáticas entre os extremos e os trópicos, permanecendo puras somente as raças que se mantiveram no norte gelado. Podemos situar este como ponto principal para o advento da origem hiperbórea da raça ariana. O local dos quais os primeiros arianos eram oriundos foi uma da grandes discussões que envolveram o tema, variando do norte alemão e Escandinávia, até a Índia ou Ucrânia. Madame Blavatsky, umas das proeminentes ocultistas, afirmava em seus textos que Hiperbórea seria um continente polar que englobava a Groenlândia (também alvo de John Dee) onde residiu a segunda raça da humanidade, gigantes andróginos de feições monstruosas.


Hiperbórea, ou País dos Hiperbóreos é um país mítico que, segundo a mitologia grega, existia no extremo norte, além do local de onde sopra Bóreas, o Vento Norte e que era inteiramente devotado a Apolo.

A literatura espírita localiza os hiperbóreos como a terceira raça-mãe da humanidade, situado no período em que a ciência contemporânea denomina de Era da Pedra Lascada. Nesse período, a atmosfera terrestre sofrera um resfriamento súbito, abrindo espaço para geleiras que cobriam todo o planeta. A obra Os Exilados da Capela, de Edgard Armond, marca o surgimento da terceira raça-mãe, composta por homens de porte agigantado, braços mais curtos e pernas mais longas e já com certo lampejo de entendimento. O habitat central desta terceira raça seriam os continentes da Lemúria (que se estendia das Ilhas de Madagascar, descendo até a Austrália e incluindo a Polinésia) e a região central da Ásia, onde se situa o Himalaia. No capítulo VII, Armond nos apresenta o panorama geográfico da Terra neste período, sendo o continente Hiperbóreo situado ao norte, cobrindo todo o polo norte, até a altura do paralelo 80, sobre todo o território europeu. Esta seria a região habitada pelo que Armond referencia como a quinta raça, os Árias. Esta quinta raça é descrita como seres de estatura elegante e magnífica, cabelos ruivos, olhos azuis e rosto de feições delicadas. Em decorrência do resfriamento intenso este povo se viu obrigado a rumar ao sul em massa, se estabelecendo na Europa Central, sendo a última raça do nosso planeta com orientação dos Dirigentes Espirituais do nosso planeta. O autor adverte aos mais afoitos que, do ponto de vista espiritual, atualmente, toda a humanidade é pertencente à quinta raça. Na obra A Caminho da Luz, de Chico Xavier, os germânicos, e não eles somente, são citados como descentes diretos dos Árias.

Geografia terrestre no período da Pedra Lascada segundo as informações de Edgar Armond. 

O Misticismo Nazista. 

As ligações da alta corte nazista com o ocultismo nos levam a acreditar que algumas destas correntes de conhecimentos foram absorvidas. O nascimento da filosofia da superioridade ariana, denominada ariosofia, defendida pela sociedade secreta Thule Gessellschaft, esboçou os primeiros traços mais sinuosos de racismo. O oceano de divagações ocultistas onde a alta hierarquia nazista se via banhada deu voz às mais diversas teorias que elevassem a supremacia ariana. Circulava com muita força nos círculos nazista a teria do Gelo Eterno, onde o cosmos era o palco da luta eterna do gelo e do fogo, que promove uma alternância de ciclos e eras e não propriamente uma evolução. Esta teoria complexa é um tópico que demandaria um texto somente para si.

Em caráter geral, o misticismo e o ocultismo sempre foram deixados de lado quando se falava do nazismo, e estes temas não eram nem de longe interesses de Adolf Hitler. Todavia, apesar do radicalismo anticlerical da Alemanha Nazista, dois nomes se contrapunham quando o assunto era o misticismo. Para o líder, Adolf Hitler, as crenças religiosas eram irrelevantes se não se tornassem obstáculos aos objetivos políticos. Na verdade, o líder nazista não exibia nenhum interesse por misticismos e ridiculariza Himmler, líder da temida brigada de elite SS, pelo seu explícito fascínio pelas ciências ocultas. Ao assumir o comando da Schutzstaffel (SS), Himmler decidiu transformá-la na tropa de elite do futuro Reich, adotando para ela o modelo praticado pela Ordem dos Cavaleiros Teutônicos, salvo pela exclusão completa do cristianismo.

A medida que sua figura aumentava a importância dentro do nazismo, Himmler mais se embrenhava no estudo do ocultismo. Cátaros, Atlântida, Teoria do Gelo Cósmico, magos descendentes diretos do deus Thor, todo este arsenal de conhecimentos ocultos envolvia o líder da tropa germânica. O amálgama destes ingredientes, temperado com doses de mitologia germânica veio se tornar uma espécie de religião para Himmler, com rituais bem determinados, fazendo com que a SS se aproximasse de uma seita ocultista, tendo um bruxo, autoproclamado descendente direto do deus Thor, como uma espécie de sacerdote, mais tarde nomeado aos quadros do governo nazista.

Dentre os nomes de alta hierarquia dentro do nazismo, Himmler era uma das vozes mais fortes em defesa da teoria da superioridade alemã, embasada na afirmação de que os alemães eram descendentes do povo da mitológica Atlântida. Mesmo sendo um dos mais descrentes nesta justificativa, Hitler ainda se apegava a ela com claros interesses políticos, como uma forma de justificar suas atrocidades. O misticismo nazista não se resume a apenas este pouca parcela exposta, seu símbolo, a suástica, tem origem no ocultismo, mas esta parte da história é outra que merece um texto exclusivo.


Heinrich Himmler, líder da temida brigada de elite SS e detentor de um alto fascínio pelas ciências ocultas

Os Hiperbóreos, O.V.N.I’s e a Fuga de Hitler 

As conspirações entre inteligências extra-terrenas e líderes de nossa era moderna são temas comuns ao cinema e a literatura, especialmente no período pós-segunda guerra. Logicamente os nazistas não sairiam incólumes destas elucubrações e os rumores de super armas desenvolvidas no auge do III Reich seriam aquilo que hoje confundimos com O.V.N.I’s. Mas, sendo esta ideia passível de realidade, por qual razão os avistamentos destes fenômenos seriam tão mais comum nos dias atuais? Segundo as correntes míticas, a presença oculta dos remanescentes nazistas em regiões inacessíveis do orbe terrestre seria uma das explicações. A outra seria a continuidade das pesquisas nazistas por parte dos norte-americanos. A história paralela seria de que nos estertores da segunda guerra, por volta de maio de 1945, esta tecnologia teria sido usada para empreender a fuga de Adolf Hitler e alguns de seus asseclas, enviados em segurança para os continentes polares e/ou America do Sul. O mito dos O.V.N.I.’s nazistas se aproxima do mito da sobrevivência de Hitler, sendo embasado pela revelação de que os cientistas nazistas trabalhavam em projetos de discos voadores durante o III Reich. Escritores neo-nazistas ajudaram a difundir a ideia de que o Reich de Hitler teria, com sucesso, implantado bases secretas nos continentes polares e, anos mais tarde, novos  mitos ligariam os nazistas a antiga Babilônia, energia Vril e civilizações extra-terrenas na constelação de Aldebarã.


Seriam os OV.N.I’s projetos nazistas bem sucedidos que os teriam ajudado a fugir para bases polares no apagar das luzes da II Guerra Mundial?

Mas onde entram os Hiperbóreos nesta história?  O crédito desta ligação se deve ao escritor chileno Miguel Serrano, simpatizante do nazismo que adaptou o mitos hindus e nórdicos para que Hitler tivesse contato com divindades do continente perdido de Hiperbórea. Deste continente perdido sairiam uma frota de discos voadores que iria liderar a guerra entre as forças da luz (arianos) contra as forças das trevas (judeus e demais seguidores de Javé). Este novo culto a Hitler descreve a origem celestial do arianos, sua centelha de iluminação divina e uma conspiração global contrária a sua supremacia encabeçada por um mal que regia o planeta, bem como sua matéria base. A mitologia de Serrano dá aos arianos um lar nos pólos e traz para os países da América do Sul uma dose maciça do esoterismo Thule, misturando a ideologia política nazista com esoterismo, hinduísmo e pinceladas de yoga. Sua visão era de que Hitler era um salvador da raça ariana, com força de vontade ilimitada e sem precedentes, que teria encarnado na Terra voluntariamente como uma forma de alta evolução do ser. Serrano acreditava que Adolf Hitler seria um avatar dos deuses Vishnu, Shiva ou Wotan, que veio recolocar os arianos no caminho da divindade perdida. A cosmologia desenvolvida por Serrado para explicar os propósitos e a morada dos deuses é uma teia de complexidade que beira a ficção científica lovecraftiana. Neste emaranhado de deuses, revoltas cósmicas e independência de espaço-tempo, em resumo, os arianos seriam descendentes diretos destes deuses hiperbóreos, que são opositores da sub-raça criada pelo demônio Demiurgo (Javé ou Jeová). Neste contexto, Hitler teria fugido de Berlim em 1945, em uma espaçonave com tecnologia inspirada pelas divindades hiperbóreas, estabelecendo refúgio no polo sul, onde agora comanda uma guerra esotérica e invisível contra as forças de Demiurgo. Para finalizar, é interessante mencionar que Serrano acredita que Hitler ainda estava vivo e não teria envelhecido, pois “quem viaja na velocidade da luz vai para trás no tempo“.



Documentário sobre os projetos nazistas que envolviam discos voadores. Referências:
1) Chico Xavier: A Caminho da Luz;
2) Edgar Armond: Os Exilados da Capela;
3) Umberto Eco: História das Terras e Lugares Lendários;
4) Nietzsche: O Anticristo;
5) Goodrick-Clarke: Black Sun; Aryan Cults, Esoteric Nazism and the Politics of Identity;

https://gavetadebagunca.wordpress.com
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31/05/2017

Lança do Destino


A Lança do Destino (também conhecida como Lança Sagrada ou Lança de Longino), segundo a tradição da Igreja Católica, foi a arma usada pelo centurião romano Longinus para perfurar o tórax de Jesus Cristo durante a crucificação. A lança (do grego: ?????, lonke) só é mencionada no Evangelho de João (19:31-36), e em nenhum dos Evangelhos sinópticos. O Evangelho declara que os Romanos pretendiam quebrar as pernas de Jesus, uma prática conhecida como crurifragium, que objetivava acelerar a ...

morte numa crucificação. Logo antes de o fazerem, porém, perceberam que Jesus já estava morto, e portanto não havia razão para quebrarem suas pernas. Para certificarem-se de sua morte, um legionário romano (fora da tradição bíblica chamado de Longino) furou-lhe o flanco:

... Contudo um dos soldados lhe furou o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água. João 19:34.

O fenômeno do sangue e água foi considerado um milagre por Orígenes. Os católicos, embora aceitem o sangue e a água como uma realidade biológica, emanando do coração e da cavidade abdominal de Cristo, também reconhecem a interpretação alegórica: ela representa um dos principais mistérios/ensinamentos chave da igreja, e um dos principais assuntos do Evangelho segundo Mateus, que é a interpretação da Consubstancialidade adotada pelo Primeiro Concílio de Niceia, segundo a qual Jesus Cristo era ambos: verdadeiro Deus e verdadeiro homem.

O sangue simboliza sua humanidade, a água, sua divindade. Cerimonialmente, isso é representado em certo momento da Missa: o padre asperge uma pequena quantidade de água no vinho antes da consagração, um ato que reconhece a humanidade e divindade de Cristo e representa o fluxo de sangue e água do flanco de Cristo na cruz. Santa Faustina Kowalska, uma freira polonesa cujo apostolado e cujos escritos levaram ao estabelecimento da devoção da Divina Misericórdia, também reconheceu a natureza milagrosa do sangue e água, explicando que o sangue simboliza a misericórdia divina de Cristo, e a água, Sua divina compaixão e as águas batismais.

Histórias
Uma tradição indica que esta relíquia foi encontrada na Antioquia por um monge, chamado Pedro Bartolomeu, que acompanhava a Primeira Cruzada. Este afirmava ter sido visitado por Santo André, que lhe teria contado que a lança encontrava-se na igreja de São Pedro. Depois da conquista da cidade, foi feita uma escavação e foi o próprio Pedro Bartolomeu que a encontrou.

Apesar de se pensar que tinha sido o monge a colocar uma falsa relíquia no local (até o legado papal Ademar de Monteil acreditava nisto), o logro melhorava o moral dos cruzados, sitiados por um exército muçulmano. Com este novo objeto santo à cabeça das suas forças, o príncipe de Antioquia marchou ao encontro dos inimigos, a quem derrotou miraculosamente - milagre segundo os cruzados, que afirmavam ter surgido um exército de santos a combater juntamente com eles no campo de batalha.


A Lança de Longinus

São Longinus viveu no primeiro século, contemporâneo de Jesus, e seria o centurião romano que reconheceu Cristo como sendo o “filho de Deus” na crucificação (Mateus 27:54; Marcos 15:39 e Lucas 23:47). Ele seria o soldado que feriu o lado de Jesus com a sua lança (Jo 19:34).
Diz a lenda que a água que saía do lado ferido de Jesus respingou em seu rosto e ele imediatamente sarou de uma grande problema de visão, e converteu-se, tornando-se um monge na Capadócia (hoje Turquia), onde foi mais tarde preso, martirizado para renunciar a sua fé e finalmente decapitado. Sua lança é reverenciada como uma relíquia religiosa e está a mostra em Viena na Áustria. Na Espanha e no Brasil ele é o protetor para encontrar objetos perdidos. Sua festa é celebrada no dia 15 de março.

Fatos:

“História real" 1:

Há aproximadamente 2.000 anos atrás, em uma sexta-feira, dia da crucificação de Jesus, aconteceu um fato muito misterioso. Segundo o costume, as pernas dos crucificados eram quebradas para antecipar a sua morte. Os ladrões que estavam ao lado de Jesus tiveram esse destino, mas quando chegou a vez do Messias um centurião romano, Longinus, para provar que ele já estava morto (quem sabe para se fazer cumprir as profecias) perfurou o lado do peito de Jesus, de onde jorrou sangue e água, tentando provar que ele já estava morto. Como os ossos de Jesus não foram quebrados, isso reforçou ainda mais o fato que ele realmente era um enviado de Deus, pois os Profetas do Velho Testamento já haviam previsto que nenhum osso do corpo do Messias seria quebrado.

“História real" 2:

Com o passar dos anos, a posse da Lança tomou vários rumos, começ
z contrabandeada para fora da cidade, frustrando a vontade de Napoleão em possuir esse poder.
Em 1912, a lança passa à posse da Casa de Hapsburgs, fazendo parte de uma coleção no Museu de Hofburg em Viena.
Em setembro desse ano, um jovem chamado Adolf visitou o museu e com o acompanhamento e orientação do Dr. Walter Stein, ficou sabendo sobre o histórico de poder da lança. Nesse momento Adolf ficou contemplando-a, e sentiu uma conexão mística entre ele e as gerações de conquistadores da história, já que ele tinha muito interesse em artefatos religiosos de poder.

Após essa visita, Adolf chegou a dizer:

“Eu fiquei lá tranquilo, olhando fixamente para a lança por vários minutos, esquecendo de tudo à minha volta. Ela parecia conter algo oculto em seu interior, que me evadia, parecia que eu sentia, eu sabia intimamente e não podia trazer à consciência... Eu sentia ainda como se eu mesmo a tivesse segurado antes em algum século passado da história. Que eu mesmo uma vez a tivesse clamado como meu talismã de poder e segurasse o destino do mundo em minhas mãos..."



Hitler e a Lança de Longinus

Um ensaio lança luz sobre um aspecto novo do ditador sanguinário e louco nazista. Marco Tosatti - Roma - Jesus Hernandez escreveu um livro muito interessante sobre um aspecto pouco conhecido, certamente a personalidade de Adolf Hitler, e em particular o seu interesse em esotérica e supersticiosa, para um certo tipo de relíquias. O que é mais o ditador nazista acreditava que a lança com a qual o legionário romano perfurou Cristo faria invencível. Isso é fé cega a lenda de origem antiga que o proprietário da lança de Longino (assim tradição chamou a legião) iria realizar em suas mãos o destino do mundo. E, em particular, ele nunca perdeu uma batalha. "Enigmas y de Misterios II Guerra Mundial"

Enigmas e mistérios da Segunda Guerra Mundial, é o título do livro: (http://www.nowtilus.com/descargas/E_M_II_GM.RCNowtilus.pdf) De acordo com Hernandez diz, Hitler encontrou Lança de Longinus por acaso em 1912, quando ele tentou vender suas aquarelas nos cafés de Viena. Um artista muito pobre, que mal podia fazer uma refeição por dia. Ele 23 ano, quando a refugiar de uma tempestade veio muito forte no museu do Palácio de Hofburg. "Andando pelos corredores, um objeto singular chamou sua atenção. Em um manto de veludo ofereceu para ver uma relíquia do poder cristão grande místico que pertencia ao imperial Habsburgo tesouro:. Lança de Longino " Uma ponta de ferro um pouco mais do que centímetros 50.

Hitler era fascinado, e começou, com seu amigo Walter Johannes Stein, que riceche os poderes mágicos atribuídos a esse objeto ". Stein dizer, então, que "Hitler estava convencido de que ele tinha um grande destino a cumprir. Posse da lança sagrada poderia ser a ferramenta para fazer isso acontecer. " Vinte e seis anos depois, com é o "Anschluss" Áustria tornou-se parte do Terceiro Reich, Hitler e triunfante entrou na capital que tinha visto pobres e desesperados. Na tarde de 14 marco 1938 diz Hernandez, Hitler chegou acompanhado por Himmler, o chefe das SS, no Palácio Hofburg. "O Führer foi diretamente para a sala onde ele manteve sua lança desejado. Himmler saiu da sala, deixando Hitler com a relíquia mística. Ele ficou lá um "agora, completamente imerso em seus pensamentos delirantes, alimentada pela visão de a lança que estava em seu poder. Melomaniaco seu sonho tinha sido cumprido.


" Como se apossar da lança, mas parecia um roubo contra a capital austríaca? Foi criado este truque: o prefeito de Nuremberg, a cidade que sediou o primeiro lançamento de Viena, pediu oficialmente o retorno da relíquia. Pedido satisfeito. Um trem blindado, especialmente preparado para a transferência, cinco meses mais tarde levado para a Alemanha o objeto precioso, escoltado em todos os momentos pela SS. O 30 agosto foi depositado na igreja de Santa Catarina, a ser exibido para o público. Depois da guerra, os americanos descobriram, escondido em um abrigo antiaéreo, e trouxe de volta a Viena. Segundo alguns historiadores - que Hernandez não concorda - Hitler cometeu suicídio quando os Aliados estavam na posse da lança. De acordo com Hernandez suicídio precedeu a descoberta de várias semanas. Claro que é impossível saber se a ponta de lança mantidos em Viena é realmente o que perfurou Cristo entre o 'outro, há dois exemplos possíveis de a Lança de Longinus .... E parece altamente improvável que a ponta de uma' arma muito comum, usado por um soldado desconhecido romano, que realmente não sabe de nada, poderia atravessar a noite dos séculos para chegar até nós. Mas Hitler acreditava.
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